Voce me deixa na multidão dos dias
No vazio das noites
Voce me deixa livre como um beijo arremessado
Sem destino no ar
Que procura a face ou as mãos
Ou a boca
Fez da chama cálida o fogo ardente
Fez-me beber do cálice da paixão
Oh! Mestre,
e agora?
A seda do chambre que desliza
nas suaves colinas do meu corpo
acaricia
...mas não são tuas mãos
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