sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Voce me deixa na multidão dos dias
No vazio das noites
Voce me deixa livre como um beijo arremessado
Sem destino no ar
Que procura a face ou as mãos
Ou a boca
Fez da chama cálida o fogo ardente
Fez-me beber do cálice da paixão
Oh! Mestre,
e agora?

A seda do chambre que desliza
nas suaves colinas do meu corpo
acaricia
...mas não são tuas mãos

Nenhum comentário:

Postar um comentário