O canto bélico das primeiras buzinas ao amanhecer ...
Borboletas na estação do bonde ...
Pirilampos urbanos
Bom dia !
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
1 9 8 8 -
Oh ! meu amor !
Que Deus te ilumine os passos
Os traços do teu destino
Homem-menino
Na rima evolutiva e humana
Te emana
Haras e deuses
Canta teu mantra
N o canto das aves
No canto das ondas dos mares
Nas explosões dos quasares
Nas gargalhadas generosas
Dos bem aventurados
No vento levando as folhas
Nas cachoeiras
De insinuantes e eternos murmúrios ...
No cântico silencioso das palavras imortais ...
Ah ! meu amor !
A vida é mais, muito mais ... !
Que Deus te ilumine os passos
Os traços do teu destino
Homem-menino
Na rima evolutiva e humana
Te emana
Haras e deuses
Canta teu mantra
N o canto das aves
No canto das ondas dos mares
Nas explosões dos quasares
Nas gargalhadas generosas
Dos bem aventurados
No vento levando as folhas
Nas cachoeiras
De insinuantes e eternos murmúrios ...
No cântico silencioso das palavras imortais ...
Ah ! meu amor !
A vida é mais, muito mais ... !
1 9 8 8 -
A chuva caiu lânguida e sensual deslizando na brisa que me traz um desejo quase imperceptível, com sabor não sei de quê e que só depois descubro, foi saudade de voce.
(A primeira chuva de outono).
(A primeira chuva de outono).
1988 - Z E N -
A paz só acontece quando se está sem tensão. E sem tensão é estar sem intenção. E sem intenção se está intenso .
terça-feira, 10 de novembro de 2009
2000 - Nostalgia -
Saudade de Mauá ...
Que mau há ... ?
Dançar em volta da fogueira ...
Sanfona e guitarra no ar ...
Céu azul ...
Chão vermelho ...
E tantas estrelas cadentes
Quantos pedidos eu tenha pra realizar !
Á beira do rio um cavalo todo branco
e outro todo preto
Se lambiam e coiçavam
No musgo intenso
Entre lírios brancos
E f lores de todas as cores.
Saudade de Mauá ...
Que mau há ... ?
Água pura cristalina
Que lava todo o mal
De cada esquina .
Saudade de Mauá ...
Do mel e do chocolate
E da cachaça de lá ... ?
Que mau há ... ?
Dançar em volta da fogueira ...
Sanfona e guitarra no ar ...
Céu azul ...
Chão vermelho ...
E tantas estrelas cadentes
Quantos pedidos eu tenha pra realizar !
Á beira do rio um cavalo todo branco
e outro todo preto
Se lambiam e coiçavam
No musgo intenso
Entre lírios brancos
E f lores de todas as cores.
Saudade de Mauá ...
Que mau há ... ?
Água pura cristalina
Que lava todo o mal
De cada esquina .
Saudade de Mauá ...
Do mel e do chocolate
E da cachaça de lá ... ?
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
1989 - Stress
O acorde das buzinas e motores
Os apitos
Os gritos
Numa guerra silenciosa
Constante implosão
Sem litígios e vestígios
Alaridos
Que enchem de solidão os meus sentidos
Os apitos
Os gritos
Numa guerra silenciosa
Constante implosão
Sem litígios e vestígios
Alaridos
Que enchem de solidão os meus sentidos
1989 - Casamento -
E depois
Do SIM de alianças virgens
Virá a monotonia do hábito
Daquilo que não mais virá a ser ...
E depois
Do NÃO do prazer
De camas saturadas de todas as formas
Virá a vontade de fugir
Daquilo que deixou de ser ...
Do SIM de alianças virgens
Virá a monotonia do hábito
Daquilo que não mais virá a ser ...
E depois
Do NÃO do prazer
De camas saturadas de todas as formas
Virá a vontade de fugir
Daquilo que deixou de ser ...
1989 - Quando Lilia Foi Embora
Minha poesia
No amor e na dor
Luminosa e obscura
Obscena e pura
Moça velha
Jovem senhora
Minha poesia
Uma vez
Uma história
Um passado presente
Um futuro ausente.
E eu já era ...
Uma vez
Uma história
Um passado presente
Um futuro ausente.
No amor e na dor
Luminosa e obscura
Obscena e pura
Moça velha
Jovem senhora
Minha poesia
Uma vez
Uma história
Um passado presente
Um futuro ausente.
E eu já era ...
Uma vez
Uma história
Um passado presente
Um futuro ausente.
1989 -
Sozinha ...
Sabendo
Que não estou no teu pensamento
Nem no teu sentimento
"" Quem tudo quer tudo perde ""
Eu diria num belo bolero
Feito à luz de um sol de néon
Como te quero !
Sabendo
Que não estou no teu pensamento
Nem no teu sentimento
"" Quem tudo quer tudo perde ""
Eu diria num belo bolero
Feito à luz de um sol de néon
Como te quero !
1989 - Bêbada -
Fantasia sobre fantasia
Altos e baixos da vida
Ecléticas emoções
Patéticas contravenções
Altos e baixos da vida
Ecléticas emoções
Patéticas contravenções
1989 -
O cavalo que eu cavalguei
Puro-sangue garanhão
Correndo a relva macia
A terra fértil e vadia ...
Quase podemos voar ...
Volúpia etérea e selvagem
Viagem ...
Agora é preciso chegar.
Puro-sangue garanhão
Correndo a relva macia
A terra fértil e vadia ...
Quase podemos voar ...
Volúpia etérea e selvagem
Viagem ...
Agora é preciso chegar.
As voltas pelo Saara
Os passeios na Índia
Fica tudo tão longe
Perdido
Na imensidão de um planeta Terra
Os panos luxuosos
As jóias riquíssimas
Viraram trapos e cacos
Estou nua e ferida
O sol esfriou-se
E fez-se uma eterna noite tenebrosa ...
Nunca mais houve lua e estrelas
E há lobos uivando ...
Mas preciso seguir
Adeus.
Os passeios na Índia
Fica tudo tão longe
Perdido
Na imensidão de um planeta Terra
Os panos luxuosos
As jóias riquíssimas
Viraram trapos e cacos
Estou nua e ferida
O sol esfriou-se
E fez-se uma eterna noite tenebrosa ...
Nunca mais houve lua e estrelas
E há lobos uivando ...
Mas preciso seguir
Adeus.
1989 - AMÉN -
Obrigada, meu Deus
Pela vida
Pelo ar, pelo sol ,pelas águas,
Pelos alimentos, pelos bichos
Pela lua, pelos horizontes
Pelas florestas, pelas estrelas
Pelas montanhas
Pelos vales, pelas flores !
Pelo cósmos infinito !
Obrigada, meu Deus
Pela vida
Generosa, pacífica
Digna, longa e bem aventurada
Como a minha vida
A vida de todos os meus
E que assim seja para a humanidade !
Pela vida
Pelo ar, pelo sol ,pelas águas,
Pelos alimentos, pelos bichos
Pela lua, pelos horizontes
Pelas florestas, pelas estrelas
Pelas montanhas
Pelos vales, pelas flores !
Pelo cósmos infinito !
Obrigada, meu Deus
Pela vida
Generosa, pacífica
Digna, longa e bem aventurada
Como a minha vida
A vida de todos os meus
E que assim seja para a humanidade !
1989 - Zoom -
Miríades do amor ...
Serena loucura ...
Como um rock romântico
Bebo , fumo ...
Não enlouqueço mais .
Borbulhas efervescentes de um revellion
Amor
Fogo de artifício
Fraterno frisson
Ópio e zoom.
Serena loucura ...
Como um rock romântico
Bebo , fumo ...
Não enlouqueço mais .
Borbulhas efervescentes de um revellion
Amor
Fogo de artifício
Fraterno frisson
Ópio e zoom.
1989 - Exorcismo -
Mago negro do amor
Que troca o sorriso pelo pranto
Que despetala uma flor
... e guarda carinhosamente os seus espinhos ...
E debocha da sorte
Mago negro do amor
Tanto lhe faz tanto lhe fez
Mago negro disfarçado
De cordeiro ...
Mago negro
Eu te exorciso da minha mandala
Meu poder é o amor.
Que troca o sorriso pelo pranto
Que despetala uma flor
... e guarda carinhosamente os seus espinhos ...
E debocha da sorte
Mago negro do amor
Tanto lhe faz tanto lhe fez
Mago negro disfarçado
De cordeiro ...
Mago negro
Eu te exorciso da minha mandala
Meu poder é o amor.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
1989 - Trash
Esta noite um lagarto tonto veio me visitar
Entre o vazio e a loucura
Larva urbana
De vestígios humanos
Ele queria me dar medo e repulsa
E quando o matei
Sua cabeça debatia-se
Longe do resto do corpo
Tambèm agonizante.
E fui dormir para acordar de um pesadelo ,..
Entre o vazio e a loucura
Larva urbana
De vestígios humanos
Ele queria me dar medo e repulsa
E quando o matei
Sua cabeça debatia-se
Longe do resto do corpo
Tambèm agonizante.
E fui dormir para acordar de um pesadelo ,..
1989 -
Um coraçâo de cristal
Límpido e solitário
Jogado no chão
Um amor perdido
Um coração de cristal
Entre cacos de vidro
Que ferem
Estraçalham e sangram
Obscurecem-me o caminho
E as estrelas não perdoarão !
Límpido e solitário
Jogado no chão
Um amor perdido
Um coração de cristal
Entre cacos de vidro
Que ferem
Estraçalham e sangram
Obscurecem-me o caminho
E as estrelas não perdoarão !
1989 - Correndo .......
O fundo dos teus olhos
A contençâo no maxilar
A força nos braços
O salto veloz e musculoso dos teus passos
A fogueira que o sol deixa no céu quando se vai
A chama que se esparsa
A medida em que se ganha altitude ........
A contençâo no maxilar
A força nos braços
O salto veloz e musculoso dos teus passos
A fogueira que o sol deixa no céu quando se vai
A chama que se esparsa
A medida em que se ganha altitude ........
1989 - Sutil
... E quando eu respiro o teu prana
Eu não sei que alquimia é essa
Mesmo voce não estando
Voce está
E não sei de onde vem
Como a linda borboleta azul
Quase fada
Frágil e efêmera
Poeira e larva das flores
Onde te escondes a noite?
No que te transformas?
Pirilampa tua luz sobre o meu amor
Quando ele passar por ti
Eu não sei que alquimia é essa
Mesmo voce não estando
Voce está
E não sei de onde vem
Como a linda borboleta azul
Quase fada
Frágil e efêmera
Poeira e larva das flores
Onde te escondes a noite?
No que te transformas?
Pirilampa tua luz sobre o meu amor
Quando ele passar por ti
1989 - Sex -
Quero ver meu rosto depois do prazer
A cor da minha aura
E o sereno no olhar.
O desejo saciado
A vontade de brindar e dormir
E acordar querendo mais ..........
A cor da minha aura
E o sereno no olhar.
O desejo saciado
A vontade de brindar e dormir
E acordar querendo mais ..........
1989 - Até a Próxima Cupido
A lâmina afiada do teu olhar
Não mais me desafia...
A gente não se vinga mais
Uma saudade acridoce
Escorre em meu rosto
Cândida histeria de Cupido
A melhor das brincadeiras ainda é o amor
Divina luxúria
Éter da tua essência
Que me embriaga
Trôpega, lêvita, amortece a volição.
Houve uma noite em que nem a torrência da tempestade nos deteve. Hoje, nem os raios do sol nos impulsiona.
Não mais me desafia...
A gente não se vinga mais
Uma saudade acridoce
Escorre em meu rosto
Cândida histeria de Cupido
A melhor das brincadeiras ainda é o amor
Divina luxúria
Éter da tua essência
Que me embriaga
Trôpega, lêvita, amortece a volição.
Houve uma noite em que nem a torrência da tempestade nos deteve. Hoje, nem os raios do sol nos impulsiona.
Pode Ser Uma Oração
No teto da cidade tem um sol
E uma lua
E infinitas estrelas
E muito além do infinito ...
O arco-íris nos visita
A chuva e a neve
Os raios e os ventos
No chão da cidade há um tapete
De veludo, de seda e de pedras
Entre terras e areias
Bordado de todas as cores
As paisagens de todos os seres
De todo o verde
De todos os frutos
De todas as flores
E todos os elementos
A água dos mares e rios
A água da chuva e das fontes
O brilho
O fogo
Os diamantes
E os pensamentos
Observação
Kundalini é uma mulher dourada
Âmago da vida
Olhos negros e azuis
Que a tudo vêem ...
Emanam luz
Âmago da vida
Olhos negros e azuis
Que a tudo vêem ...
Emanam luz
1989 - Meteorologia
O Cristo brilha
Redentor
Sob a noite estrelada
Anuncia
O próximo dia de sol e de amor
O Cristo brilha
Redentor
Redentor
Sob a noite estrelada
Anuncia
O próximo dia de sol e de amor
O Cristo brilha
Redentor
1990 - Versinho
Toda mulher é uma lua
E eu quero o meu sol
Pra entrarmos em conjunção
eclipses
e outros astrais
E eu quero o meu sol
Pra entrarmos em conjunção
eclipses
e outros astrais
1990 - Mulher-menina
O amor que surpreende
O amor que se acostuma
O amor que emociona
O amor que chateia
O amor que rouba e presenteia
O amor que rima e não combina
O amor que serena e alucina
Mulher feticheira
Menina zombeteira
Essa poesia é de brinquedo
Quero colo
Tenho medo
De brincar de amor sozinha
Se esse tapete for mágico
Quero que ele me leve de volta
A uma só noite
Que valha por mil
O amor que se acostuma
O amor que emociona
O amor que chateia
O amor que rouba e presenteia
O amor que rima e não combina
O amor que serena e alucina
Mulher feticheira
Menina zombeteira
Essa poesia é de brinquedo
Quero colo
Tenho medo
De brincar de amor sozinha
Se esse tapete for mágico
Quero que ele me leve de volta
A uma só noite
Que valha por mil
Maio/1991 - Lembranças ou Devaneios -
Vou te acalentar na madrugada
Refletida nos faróis dos carros
Iluminada pela efervescência dos néons
E das estrelas coloridas nos teus olhos
Refletida nos faróis dos carros
Iluminada pela efervescência dos néons
E das estrelas coloridas nos teus olhos
F a d a s
Irmãs da metamorfose sutil
Efemeridade eterna do planeta
Larvas de luz, de orvalho e poeira cósmica
Efemeridade eterna do planeta
Larvas de luz, de orvalho e poeira cósmica
Maio/1991 - Quadros -
Olho aquela moça estirada no sofá
Como um quadro de Renoir
Somente um pano leve lhe cobre
Um pouco do seu corpo
Um dos seio a mostra
Ela vê TV ...
Como um quadro de Renoir
Somente um pano leve lhe cobre
Um pouco do seu corpo
Um dos seio a mostra
Ela vê TV ...
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Domingo ... é quase um plágio coletivo
Domingo ...
Pra dormir até mais tarde
Pra ficar na cama ouvindo os barulhos vizinhos
Ou o silêncio ...
Pra ler o jornal de domingo
Ouvir Chico Buarque depois
Ou uma ópera
Ou talvez simplesmente Alone Again ...
Meu Deus !
Pra onde eu vou
Venha também
Tô com medo dos ratos !!
E das cobras !
A felicidade está nas filas das churrascarias
E eu estou aqui
Entre paredes nuas e frias
Que podem desabar a qualquer momentoi ...
Hare Krshna !
Hare ! hare !
Pra dormir até mais tarde
Pra ficar na cama ouvindo os barulhos vizinhos
Ou o silêncio ...
Pra ler o jornal de domingo
Ouvir Chico Buarque depois
Ou uma ópera
Ou talvez simplesmente Alone Again ...
Meu Deus !
Pra onde eu vou
Venha também
Tô com medo dos ratos !!
E das cobras !
A felicidade está nas filas das churrascarias
E eu estou aqui
Entre paredes nuas e frias
Que podem desabar a qualquer momentoi ...
Hare Krshna !
Hare ! hare !
sábado, 12 de setembro de 2009
11/09/09
Eles me descaracterizarame
depois
eu fui atrás das minhas caracterizações ...
pra poder montar a minha própria caricatura
Isso pra mim foi (é) a ditadura
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Oh! pensamentos
Porque não sois sempre inteligentes?
Porque não sois sempre frutíferos
e brilhantes?
Oh! pensamentos
Que me levam tão longe
Que me prendem onde já estou
Tão perto!
Oh! pensamentos
Que nem sempre se materializam
E muitas vezes furtivos
Me tiram do foco.
Pensamentos!...
Logo existências
Pensamentos
Que rimam com os tempos e o tempo
Pensamentos
Transmissíveis
e impenetráveis
Manipulados
irredutíveis...
Porque não sois sempre inteligentes?
Porque não sois sempre frutíferos
e brilhantes?
Oh! pensamentos
Que me levam tão longe
Que me prendem onde já estou
Tão perto!
Oh! pensamentos
Que nem sempre se materializam
E muitas vezes furtivos
Me tiram do foco.
Pensamentos!...
Logo existências
Pensamentos
Que rimam com os tempos e o tempo
Pensamentos
Transmissíveis
e impenetráveis
Manipulados
irredutíveis...
No espelho
eu vou me despedindo de mim
não pra morte
que ela é pra bem depois
mas para aquela moça bonita
irresistível
pra quem todas as portas se abriram
pra ela pisar no tapete vermelho
pra quem todas as sortes sorriram
pra ela escolher a melhor...
Agora
o espelho me acena
é uma senhora
meio acanhada
meio sem jeito
com essa nova moradora
do seu corpo
da sua casa...
E a velha mini saia
aposentada
pois os joelhos já não combinam com a cara...
E assustada descobre
que o tempo passa no rosto
no corpo tambem
que o tempo pinta os cabelos
e borra toda a maquiagem
que o tempo tem prazo de validade vencido.
O tempo
Esse amigo bandido...
eu vou me despedindo de mim
não pra morte
que ela é pra bem depois
mas para aquela moça bonita
irresistível
pra quem todas as portas se abriram
pra ela pisar no tapete vermelho
pra quem todas as sortes sorriram
pra ela escolher a melhor...
Agora
o espelho me acena
é uma senhora
meio acanhada
meio sem jeito
com essa nova moradora
do seu corpo
da sua casa...
E a velha mini saia
aposentada
pois os joelhos já não combinam com a cara...
E assustada descobre
que o tempo passa no rosto
no corpo tambem
que o tempo pinta os cabelos
e borra toda a maquiagem
que o tempo tem prazo de validade vencido.
O tempo
Esse amigo bandido...
domingo, 22 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Voce me deixa na multidão dos dias
No vazio das noites
Voce me deixa livre como um beijo arremessado
Sem destino no ar
Que procura a face ou as mãos
Ou a boca
Fez da chama cálida o fogo ardente
Fez-me beber do cálice da paixão
Oh! Mestre,
e agora?
A seda do chambre que desliza
nas suaves colinas do meu corpo
acaricia
...mas não são tuas mãos
No vazio das noites
Voce me deixa livre como um beijo arremessado
Sem destino no ar
Que procura a face ou as mãos
Ou a boca
Fez da chama cálida o fogo ardente
Fez-me beber do cálice da paixão
Oh! Mestre,
e agora?
A seda do chambre que desliza
nas suaves colinas do meu corpo
acaricia
...mas não são tuas mãos
Miríades do amor...
Serena loucura
C afiada do teu olharomo um rock romântico
Borbulhas efervecentes
De um revellion
Fogo de artifício
Fraterno frisson
Ópio e zoom.
A lâmina afiada do teu olhar
Não mais me desafia
A gente não se vinga mais...
Cândida histeria de cupido!
A melhor das brincadeiras
Ainda é o amor
Divina luxúria.
O éter da tua essência me embriaga
trôpega...lêvita... amortece a volição
Mais original só este amor
Nuances do nada
Oásis no deserto
Delírios de tantas viagens
Mal começadas e intermináveis
Onde te encontro
Às vezes dando deliciosas gargalhadas
Ás vezes suspirando alto
A fadiga do ócio
Ás vezes ordenando quietude e silêncio
Outras vezes querendo uma mensagem e movimento
E, às vezes, acho que é imaginação,
Me sussurras amor
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